Atividade física e musicoterapia no tratamento de Parkinson

(19/04/2017) ​O Ambulatório de Distúrbios de Movimento, da Neurologia do Hospital de Clínicas (HC), da Unicamp realizou no dia 7 de abril, um conjunto de atividades e orientações aos pacientes da doença de Parkinson, a segunda doença neurodegenerativa mais incidente no mundo.

O evento realizado em alusão ao Dia Mundial do Parkinson (10 de abril), teve como objetivo conscientizar pacientes e cuidadores, que passam por acompanhamento no ambulatório, sobre a importância de incluir atividades como fisioterapia, terapia ocupacional e dança, por exemplo, para a diminuição de tremores e rigidez muscular, principais sintomas provocados pela doença.

Durante as atividades foram estimulados movimentos de braços, mãos, pernas e da musculatura facial, uma vez que pacientes que possuem algum tipo de lesão neurológica, ao realizar atividades aeróbicas e de coordenação motora, têm avanços significativos nos movimentos.

O Parkinson é uma doença neurológica que afeta os movimentos da pessoa. Os casos mais severos podem prejudicar também a fala e a deglutição (ingestão) de alimentos. Esses sintomas são provocados pela morte ou degeneração dos neurônios produtores da dopamina.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), indicam que cerca de 1% da população mundial, com mais de 65 anos, é acometida pela doença de Parkinson. No Brasil, estima-se que há 200 mil pessoas com a doença.

Os sintomas mais comuns da doença incluem tremores, rigidez nas articulações e da expressão facial, postura corporal e cabeça inclinada para frente, perda de equilíbrio, salivação excessiva, andar arrastado e fraqueza óssea. 

Caius Lucilius  com Caroline Roque


Assessoria de Imprensa do HC Unicamp
 
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