Conteúdo principal Menu principal Rodapé
Notícias

Profissionais do HC participam da campanha de prevenção do câncer de intestino grosso

Cecomdistribuiu 1.128 testes com apoio do RH e Departamento de Enfermagem dohospital

A Unicamp, por meio do Centro de Saúde de Comunidade (Cecom) realiza, pelo 11º ano, a Campanha de Prevenção do Câncer de Intestino Grosso entre os profissionais do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp. A finalidade da campanha é diagnosticar precocemente e eliminar as lesões pré-cancerosas usando como método de rastreamento o teste de sangue oculto nas fezes.

“O câncerde intestino grosso é o segundo tumor mais frequente entre homens e mulheres naregião sudeste do Brasil. Ele se inicia como pólipo, uma lesão benigna, que noinício não dá nenhum sintoma, mas com potencial de ser tornar um câncer se nãotratado precocemente”, explica a médica do Cecom e coordenadora da campanha naUnicamp, Tâmara Maria Nieri.

A proposta da campanha, idealizadaem 2010 pelo médico coloproctologista e atual diretor da FCM, Claudio SaddyRodrigues Coy, foi dirigida no início somente a servidores e alunos,  apartir da percepção de que existia um desconhecimento sobre câncer de intestinona Universidade.

A partir de 2011, com o apoio doCecom e Gastrocentro, a Unicamp passou a realizar exames de rastreamento depresença de sangue nas fezes entre funcionários e docentes com mais de 50 anos.“A campanha só foi interrompida durante o período da pandemia de covid-19”, dizCoy.

O Cecom enviou esse ano 1.128 kits aos para os funcionários do HC maiores de 50 anos receberam para a realização do exame, seguido com as instruções de coleta e entrega do material. As amostras devem ser entregues na Central de Entrega de Exames no Laboratório de Patologia Clínica das 6h30 do dia 21 de agosto até as 14 horas do dia 25 de agosto.

“Para os indivíduos com resultado positivo no teste será oferecida uma colonoscopia no Gastrocentro. Durante a colonoscopia é possível retirar as lesões, impedindo que os pólipos progridam até o estágio tumoral, que seria o câncer”, explica Tâmara.


Leia também:


Texto: Edimilson Montalti – Núcleo de Comunicação HC Unicamp
Fotografia: HC Unicamp

Ir para o topo